Nos últimos 15 anos, o número de cirurgias estéticas em homens cresceu 11 vezes no Brasil. Descubra o que eles fazem, por que fazem e quanto pagam para ficar bonitos.
Eles querem ficar bonitos - com uma aparência melhor, como preferem dizer -, pagam sem pestanejar, não suportam sentir dor e, sobretudo, não querem marcas que denunciem que se renderam ao bisturi. Definitivamente, homens são complicados. Que o digam os cirurgiões plásticos. Acostumados a atender o público feminino, eles estão aprendendo a lidar com um número inédito de homens que, no mundo inteiro, estão chegando aos consultórios. Nos Estados Unidos, as cirurgias estéticas masculinas já correspondem a 10% do total. Do mais de 1,7 milhão de procedimentos dessa natureza realizados nos EUA no ano passado, 166 mil foram em pacientes do sexo masculino. No Brasil, segundo os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as cirurgias masculinas saltaram de 5 mil em 1994 para 55 mil em 2008. "Poder assumir sua vaidade e sua fragilidade foi um direito importantíssimo conquistado pelos homens. Tão importante quanto a conquista do mercado de trabalho pelas mulheres", diz o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, do Rio de Janeiro, um dos profissionais mais respeitados do mundo nessa área. Segundo dados que Pitanguy apresentou no último Congresso Americano de Cirurgia Plástica, no mês passado, entre seus pacientes, em 1985 apenas 6,8% eram homens. Hoje, são 18,3%. "Estar bem com a própria imagem é condição para a felicidade, um bálsamo na existência que era negado aos homens por questão de preconceito", diz Pitanguy. Para os cirurgiões, esses novos pacientes têm trazido, além de dinheiro, muitas novidades. E dúvidas. "A maioria dos médicos trata os homens da mesma maneira que trata as mulheres", afirma o cirurgião plástico Maurício de Maio, da Universidade de São Paulo, especialista em tratamentos estéticos para homens. "Isso está errado e cria muita insatisfação."
Com o propósito de esclarecer os médicos sobre as peculiaridades e exigências do público masculino, Maio, que tem dez anos de experiência no assunto, escreveu em parceria com o cirurgião alemão Berthold Rzany o primeiro livro dedicado à plástica masculina, que acaba de ser lançado. The male patient in aesthetic medicine (O paciente masculino em medicina estética, ainda sem tradução para o português) é uma espécie de guia para orientar os profissionais da área sobre como tratar esses novos pacientes.
Para os que não são médicos, o livro ajuda a entender, afinal, por que os homens, que historicamente gozam do privilégio social de "envelhecer bem", estão abrindo mão dessa prerrogativa e ingressando na corrida pelo rejuvenescimento. Motivo número um: melhorar a autoimagem e sentir-se bem (repare que a palavra beleza não aparece) por razões prioritariamente profissionais. Motivo número dois: ficar com uma aparência melhor (bonito jamais!) por conta de um novo relacionamento. Alguns médicos suspeitam que o relacionamento (e a necessidade de parecer mais jovem) já seja a razão principal por trás das cirurgias. "Relacionamento é muito importante, principalmente quando eles arrumam uma mulher mais jovem. Querem apagar os sinais da idade para que a comparação não seja tão discrepante", diz Maurício de Maio. Ainda que nem ele tenha certeza sobre a hierarquia de motivos que levam os homens à cirurgia, Maio não tem dúvida de que o desejo de melhorar na carreira é extremamente importante. "O homem tem vaidade. Cada vez que ele compra um carro novo, isso é vaidade; cada vez que ele quer subir de cargo na empresa, isso é vaidade."
O psicólogo Luiz Cuschnir, do Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher, concorda. Ele conta que faz um trabalho com seus pacientes no qual pede que eles pensem em si mesmos como se fossem uma pizza. E nela coloquem as fatias que compõem sua identidade. A profissão ocupou um espaço superior a 50% para todos os pacientes do sexo masculino. "O homem se insere na sociedade por meio de sua profissão e para ser bem-sucedido nessa área ele vai usar todos os recursos que estiverem a seu alcance", diz. De fato, o investimento na aparência pode ser bom negócio. Pesquisadores da Universidade do Texas demonstraram, por meio de estudos demográficos e de salários em várias empresas, que a aparência tinha um impacto positivo sobre a renda, independentemente da ocupação. Os mais atraentes ganhavam de 5% a 10% mais. Os resultados coincidem com outro estudo realizado pelo banco Federal Reserve de St. Louis, nos Estados Unidos, que concluiu que a aparência pode afetar a produtividade do funcionário.
O comerciante paulistano Ronaldo Afonso da Silva, de 48 anos, confirma essa conclusão. Com 1,80 metro, ele diz que pesava 130 quilos há quatro anos. Emagreceu 34 quilos e fez uma lipoaspiração para retirar o excesso de gordura da barriga. Depois disso, conta que ficou mais vaidoso e resolveu investir na aparência: se matriculou em uma academia, fez cirurgia para a retirada de bolsas sob os olhos e aplicou Botox nas linhas de expressão da testa. Além da aparência, também se diz feliz com as mudanças em seu desempenho profissional. "Eu era estressado, não estava bem. A primeira coisa que as pessoas olham na minha profissão é seu aspecto físico", afirma. "Se precisar, dou mais uma esticadinha."
A consultora Sofia Esteves, presidente da empresa de recursos humanos DM, que atende empresas como Unilever e Microsoft, diz que é preciso relativizar o discurso masculino de "tudo pelo profissional". Com a experiência de quem trata dessas questões há anos, ela diz que fundamental, no mundo do trabalho, é ter asseio e andar bem vestido. Ou seja, o básico. "Em 25 anos de trabalho com recursos humanos, nunca vi ninguém reprovar candidato ou alguém perder emprego porque tinha rugas ou cabelos brancos", diz.
Isso quer dizer que os homens estão mentindo quando dizem que fazem plásticas, usam cremes ou qualquer outro embelezador por motivos profissionais? Não. A questão parece ser o conceito de vaidade. Ele é diferente para cada um dos sexos. Por motivos que a biologia evolutiva já explicou à exaustão, desde o tempo das cavernas a mulher tem sido selecionada pela beleza (que está ligada à juventude, que, por sua vez, está relacionada a maior sucesso reprodutivo), enquanto os homens sempre foram selecionados pelo poder e pela força (o macho provedor, capaz de sustentar os descendentes e garantir que seus genes sobrevivam).
São esses, portanto, os atributos relacionados à vaidade masculina. A maneira como eles se expressam é que muda, conforme o momento histórico. "Cada ética tem sua estética", diz o sociólogo Dario Caldas, organizador do livro Homens - Comportamento, identidade, crise, vaidade e diretor do observatório de Sinais. Segundo ele, estamos vivendo a ética dos corpos esbeltos e jovens, que encarna a produtividade nos dias de hoje. Nesse contexto, a beleza masculina passa a ser relacionada ao poder e, portanto, pode ser admitida. Sim, admitida, porque os homens também querem ser bonitos - embora para eles isso seja menos importante do que é para as mulheres.
Até o final do século XVIII os homens podiam admitir sua preocupação com a beleza sem ter sua masculinidade questionada. Os homens da aristocracia europeia lançavam mão de todos os recursos disponíveis para ter o que, na época, era considerado uma boa aparência: usavam perucas, roupas com rendas e babados e até maquiagem e salto alto. Com a Revolução Francesa, a vaidade masculina passa a ser malvista. "A ética do luxo era muito ligada à nobreza. Depois vem a ética do capitalismo, que não combina com aquele homem colorido", diz Caldas. Segundo ele, esse é o momento da grande renúncia masculina à vaidade, que passa a ser relegada ao universo feminino. Por mais de um século os homens tiveram de ser discretos com relação a sua aparência e, principalmente, ao corpo, que não deveria ser exibido em nenhuma hipótese. A exibição, ainda que discreta, ficava reservada às mulheres. Essa mentalidade começou a mudar a partir da década de 1960, com o início do chamado culto à juventude. E se intensificou nos últimos dez anos.
Antes de entrar na faca
Em 2008, o mercado de cosméticos masculinos brasileiro cresceu 29%, enquanto a média mundial foi de 10%. É só escolher o seu.
- Cabelos sedosos: A má notícia é que muitos homens começam a perder cabelos a partir dos 20 anos. A boa é que existem xampus, loções, tônicos e até remédios que ajudam a evitar a calvície, um dos principais problemas estéticos masculinos.
- Pele de bebê: Não vai ser a falta de produtos que deixará algum homem com a pele manchada, enrugada, oleosa ou com acne. Existem diversos cremes, loções e géis desenvolvidos especificamente para o rosto dos homens, que, diferentemente das mulheres, não gostam do tato (a sensação de pele lambuzada), muito menos do perfume dos cremes (tem de ser sem cheiro). Podem ficar tranquilos, pois a cosmética masculina é totalmente diferente da cosmética da mulher. Ninguém vai receitar diferentes cremes para diferentes partes do corpo. Serão no máximo dois: um para o dia e outro para a noite.
- Adeus às bolinhas:
Como o homem tem muito pelo e pele oleosa, sofre mais com a foliculite (ou pelo encravado) em todo o corpo. Já existem cremes específicos para as regiões mais atacadas pelo problema: barba, tórax, costas e nádegas.
- Barriga de tanquinho: Antes de apelar para a lipoaspiração, é possível diminuir os pneus com massagens modeladoras específicas para o corpo masculino e aparelhos de ultrassonografia. Também dá para atenuar as estrias com cremes, tratamentos a laser e carboxiterapia (técnica estética não cirúrgica, na qual gás carbônico é injetado no tecido subcutâneo usando-se um aparelho com uma agulha muito fina). Não se desespere.
SEM PNEU - Adriano Assis, de 38 anos, na Praia de Ipanema. A lipo tirou a gordura que o incomodava e reduziu seu manequim
Recentemente, os homens simplesmente perderam a vergonha de procurar clínicas de estética. Afinal, ter boa aparência agora é saudável - a desculpa perfeita para a primeira visita ao cirurgião. Segundo o livro escrito pelo médico Maurício de Maio, a maioria dos homens que se submetem a procedimentos estéticos chega ao consultório com uma queixa relacionada à saúde. É o caso do químico paulistano José Clarindo de Macedo, de 65 anos, que, por incentivo da mulher, se submeteu a uma cirurgia para retirada das bolsas debaixo dos olhos. Ele disse que tinha um problema no canal lacrimal que o fazia lacrimejar o tempo todo. Para corrigi-lo, teria de fazer uma cirurgia para retirar a flacidez da pálpebra. "Como minha mulher já reclamava do excesso de pele debaixo dos meus olhos, resolvi tirar tudo e dar uma geral para diminuir os defeitos da idade. Aproveitei e tirei umas bolinhas do rosto também", diz. Como Macedo, grande parte dos homens resolve melhorar a aparência por incentivo da parceira. Por trás disso parece haver uma espécie de vingança benigna: já que elas estão se cuidando cada vez mais, sentem-se no direito de apontar os defeitos na aparência do parceiro e exigir melhoras.
Outros motivos que levam os homens aos tratamentos estéticos são o exemplo de homens públicos (leia o quadro abaixo), a evolução das técnicas cirúrgicas (que hoje permitem mudanças sem que as pessoas notem que foi feita uma plástica) e a segurança das cirurgias, que evoluiu muito na última década, com a maior fiscalização. Essa segurança foi um dos motivos que fizeram com que o empresário carioca Mauro Cardoso, de 49 anos, vencesse o medo da anestesia geral e se livrasse de um "papinho", segundo ele, de família, que o incomodava havia dez anos. Ouviu três médicos e levou o projeto adiante. Ficou tão seguro que, além da papada, fez também lifting para dar mais juventude ao rosto, além de lipoaspiração no abdome. Ainda se recuperando da cirurgia, realizada há menos de um mês, Mauro diz que se arrepende de ter esperado tanto tempo. "A dor e a pele repuxada do pós-operatório são mínimas diante da ideia de que vou ficar com uma imagem bem melhor", diz.
"A dor e a pele repuxada são incômodos mínimos
diante da melhora da imagem, diz um dos operados."
Sobre a evolução das técnicas, o professor de cirurgia plástica Lybio Junior, presidente da Sociedade Brasileira de História da Medicina, diz que há descrições de cirurgias plásticas datadas de 2 mil anos antes de Cristo, mas que essa cirurgia só se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX, quando surgiram a anestesia e a assepsia. Mas foi somente a partir da Segunda Guerra Mundial que a cirurgia plástica se transformou em uma especialidade médica reconhecida, devido aos tratamentos de queimaduras e de fraturas expostas. "No começo, eram os homens que mais se submetiam a tais procedimentos", afirma. Passados mais de 60 anos, eles não precisam mais estar desfigurados para recorrer ao bisturi. Pelo contrário. Pitanguy diz que, diferentemente das mulheres, que procuram ajuda profissional quando estão insatisfeitas com a aparência, a maioria dos homens que chegam a seu consultório está feliz: cuidam do corpo, estão em forma e, por isso mesmo, buscam estar próximos da perfeição, fazendo pequenas intervenções.
O empresário carioca Adriano Assis, de 38, se encaixa no perfil de homem que procura a cirurgia plástica para melhorar o que já está bom. Jogador de futevôlei na praia, corpo em forma, ele havia tempos lutava para se livrar de uma gordura localizada na barriga - resultado, segundo ele, de alimentação errada. A cada dia que se vestia, e principalmente quando estava sem camisa, deparava com a incômoda gordurinha. "Para que viver assim se existem formas de mudar?", diz. Há três meses, o problema foi sanado por meio de uma lipoaspiração que retirou 2 litros de gordura de seu abdome. Hoje Adriano está feliz com sua imagem. Mudou seu manequim de 44 para 42 e lhe deu força para se cuidar ainda mais. "Faço musculação, estou me alimentando melhor", afirma.
Profissão, autoestima, relacionamento novo, pressão da mulher, "dar uma melhorada". Esses são alguns dos motivos listados pelos homens para entrar na faca. Mas o que eles não dizem é que, assim como as mulheres, eles também não querem envelhecer.
O psicólogo carioca Socrates Nolasco, estudioso do universo masculino e autor do livro De Tarzan a Homer Simpson, diz que o homem quer retardar a velhice por questões íntimas. Ele acredita que pode enganar o tempo e ganhar a chance de realizar o que ainda não conseguiu, ou acha que não conseguiu realizar. Nolasco compara a cirurgia plástica à busca de uma mulher mais jovem. "Se ele se relaciona com alguém com a metade de sua idade, sente que tem mais tempo pela frente, mais potencial de realização", afirma. "Talvez seja o mesmo sentimento que advém de uma lipoaspiração."
FICOU MELHOR - O paulistano José de Macedo, de 65 anos, posa em frente ao espelho. O olho aumentou depois que as bolsas foram embora
ADEUS, MEDO - Mauro Cardoso, de 49 anos, no espelho da casa dele, no Rio. Ele fez três cirurgias plásticas praticamente em seguida, apesar do medo da anestesia
Algo que os homens e as mulheres têm de ter em mente antes de se decidir por uma plástica é o risco. Ele é baixo, mas existe. Segundo a Organização Mundial de Saúde, morrem três pacientes para cada cem cirurgias de ponte de safena e um paciente para cada 200 operações de redução de estômago. No caso da plástica, ocorre uma morte a cada 57 mil operações. Estatisticamente, é um risco menor que morrer num acidente de automóvel - um para 55 mil viagens de automóvel. Por outro lado, há enorme risco de o paciente se envolver com picaretas na busca de serviços baratos - e milagres. Noventa e sete por cento dos médicos que respondem a processos ético-profissionais no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), relacionados a cirurgias plásticas e procedimentos estéticos, não possuem título de especialista na área. As cirurgias plásticas foram as campeãs em taxas de processo no CRM de São Paulo, de 2000 a 2006. Isso acontece tanto com homens quanto com mulheres.
Para a sorte dos homens, as plásticas costumam ter melhor resultado neles do que nas mulheres, já que eles têm pele mais grossa e a musculatura mais rija graças à maior quantidade de testosterona no organismo. Esses atributos garantem um envelhecimento mais lento e gradual. "O envelhecimento masculino acontece em progressão aritmética e o feminino em progressão geométrica, é muito rápido e abrupto", diz Maurício de Maio. "O homem enruga como cartolina, a mulher como papel de seda."
"Hoje em dia, a maior parte dos homens não
está disposta a esperar o destino genético"
Essas virtudes genéticas fazem com que os homens comecem a apresentar os primeiros sinais de idade - rugas de expressão ao redor dos olhos, na testa e entre as sobrancelhas e, um pouco mais precocemente, bigode chinês - a partir dos 40, dez anos depois das mulheres. A partir da quarta década de vida, aparecem as bolsas embaixo dos olhos e do queixo, sinais comuns de envelhecimento nos homens. No corpo, os principais delatores da idade são o acúmulo de gordura na barriga, na cintura e nas costas. "Todas as alterações começam leves, depois passam para moderadas e finalmente ficam graves. O que acontece primeiro, e a intensidade do que acontece, é determinado pela genética familiar", diz Maurício de Maio. Hoje em dia, grande parte dos homens não está disposta a esperar a manifestação do destino genético. "A cirurgia plástica era a última fronteira da vaidade masculina", diz Tomaz Nacif, dono de uma das clínicas mais procuradas do Rio de Janeiro.
A antropóloga gaúcha Liliane Brum Ribeiro diz que os homens que procuram intervenções estéticas estão quebrando barreiras culturais profundas. Ela compara as plásticas masculinas ao uso do silicone: no fim dos anos 90, quando as próteses se multiplicaram, a grande maioria das mulheres não contava para ninguém. "Hoje, uma década depois, qualquer atriz que põe silicone conta em entrevista", afirma. "Primeiro acontece o fenômeno de forma silenciosa. Só um tempo depois se torna culturalmente natural. Creio que acontecerá o mesmo com as plásticas masculinas." Já está acontecendo.
Quem quer o que do bisturi
Principais diferenças entre homens e mulheres diante da cirurgia plástica
Objetivo
O principal objetivo (alegado) é melhorar a aparência por motivos profissionais
O principal objetivo é ficar mais bonitas e atraentes
Iniciativa
Na maioria dos casos, os homens são incentivados pela mulher ou namorada
As mulheres buscam sozinhas a cirurgia plástica - e são muito bem informadas sobre as técnicas e possibilidades
Idade
A partir dos 40 anos. Antes disso, só se tiverem problema de acne ou ginecomastia (mama desenvolvida)
Mulheres procuram tratamentos estéticos desde a adolescência
Consulta
Homens têm dificuldade para dizer que não estão satisfeitos com a aparência. Alegam problemas de saúde
Chegam com um objetivo (eliminar flacidez, por exemplo), mas frequentemente decidem fazer tratamentos adicionais
Fidelidade
São pacientes fiéis, com demandas específicas e facilidade para decidir
São pacientes menos fiéis, estão sempre em busca de novidade. Mesmo que gostem do médico, é comum ouvir outros profissionais
Gastos
Optam por tratamentos mais caros, pois fazem um de cada vez. Preferem tratamentos mais testados e seguros
Optam por tratamentos mais baratos, pois geralmente fazem mais de um
Dor
São menos resistentes à dor. Se sofrem muito, não voltam
Aguentam mais as dores e suportam o sofrimento em nome dos resultados